“A Tartan Army Invade o Mundo: A Escócia Quebra o Jejum na Copa!”

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Fonte: Lance

A Escócia tem uma longa tradição no futebol e participou de várias edições da Copa do Mundo FIFA. Sua estreia aconteceu em 1954, na Suíça, e desde então a seleção escocesa esteve presente em oito Copas do Mundo, com destaque para as participações consecutivas entre 1974 e 1998.

Apesar da paixão pelo esporte e de revelar jogadores históricos, a Escócia nunca conseguiu ultrapassar a fase de grupos do torneio. Mesmo assim, teve campanhas marcantes, como em 1974, quando terminou invicta, mas foi eliminada pelo saldo de gols. Outro momento lembrado pelos torcedores ocorreu em 1978, na Argentina, quando venceu a forte seleção da Holanda em uma partida histórica.

Após a participação na Copa de 1998, na França, a Escócia passou um longo período sem conseguir se classificar para o Mundial. Ainda assim, segue sendo uma seleção tradicional e respeitada no futebol europeu, mantendo viva a esperança de retornar às próximas edições da competição.

A seleção da Escócia é conhecida pelo apelido de “Tartan Army”, expressão que significa “Exército Tartan”. O nome surgiu por causa da enorme e fiel torcida escocesa, famosa por acompanhar o time em competições internacionais usando roupas com o tradicional tecido xadrez tartan, símbolo cultural do país.

Além disso, a equipe também é chamada de “The Bravehearts” (“Corações Valentes”), em referência ao espírito guerreiro e à coragem associados à história escocesa, popularizados mundialmente pelo filme Braveheart.

A Escócia fez uma campanha sólida nas eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2026. A seleção ficou no Grupo C, ao lado de Grécia, Bielorrússia e Dinamarca, mostrando força principalmente nos jogos decisivos. Com destaque para jogadores como Scott McTominay e Ché Adams, os escoceses garantiram a liderança do grupo e a classificação direta para o Mundial após vencerem a Dinamarca por 4 a 2 na rodada final.

A convocação do Tartan Army para a Copa do Mundo 2026:

GOLEIROS:
▪️Angus Gunn (Nottingham Forest)
▪️Liam Kelly (Rangers)
▪️Craig Gordon (Hearts)

LATERAIS:
▪️Nathan Patterson (Everton)
▪️Aaron Hickey (Brentford)
▪️Anthony Ralston (Celtic)
▪️Andrew Robertson (Liverpool) C
▪️Kieran Tierney (Celtic)

ZAGUEIROS:
▪️John Souttar (Rangers)
▪️Grant Hanley (Hibernian)
▪️Dominic Hyam (Wrexham)
▪️Jack Hendry (Al-Ettifaq)
▪️Scott McKenna (Dínamo Zagreb)

VOLANTES:
▪️Kenny McLean (Norwich)
▪️Billy Gilmour (Napoli)
▪️Lewis Ferguson (Bologna)

MEIAS:
▪️Scott McTominay (Napoli)
▪️John McGinn (Aston Villa)
▪️Ryan Christie (Bournemouth)

ATACANTES:
▪️Che Adams (Torino)
▪️Ben Gannon-Doak (Bournemouth)
▪️Ross Stewart (Southampton)
▪️George Hirst (Ipswich)
▪️Lyndon Dykes (Charlton)
▪️Lawrence Shankland (Hearts)
▪️Findlay Curtis (Kilmarnock)

TEC: Steve Clarke

Uma seleção chata, adversária do Brasil na estreia e que retorna à Copa do Mundo, após 28 anos. Mas, convenhamos, a Escócia não é nenhum bicho papão. Nunca jogou um mata-mata em competições oficial.

Desde 2019 é comandada por Steve Clarke, que assumiu a Seleção em baixa, com poucas chances de classificação para a Euro 2020 e não só classificou a equipe para aquele campeonato europeu, como a levou para a de 2024 e à Copa, desbancando a favorita Dinamarca.

O elenco é composto majoritariamente por jogadores da liga local e da segundona inglesa com alguns jogadores da elite europeia.

O principal nome, Andy Robertson, já está longe de seu auge, e em todo time, há dois que definitivamente estão em suas melhores fases nas principais ligas: McTominay e McGinn.

A seleção tem uma das convocações mais curiosas da Copa até aqui. O goleiro Craig Gordon, RESERVA do Hearts, e que por anos foi o goleiro titular da Escócia e do Celtic. Apesar de ter sido titular nos jogos decisivos das eliminatórias, ele sofreu com lesões e ficou de fora dos últimos amistosos – mas vem para sua primeira Copa aos 43 ANOS. O titular da Seleção deve ser o Gunn, 4° goleiro do Nottingham Forest.

E claro, a sensação da temporada, o vice-campeão nacional, Hearts, está representado pelo goleiro reserva e pelo craque do time, Shankland, autor de mais de 20 gols na temporada.

A ausência mais chamativa, é a do James Forrest, jogador que está a vida toda no Celtic, mas que optou por se aposentar da Seleção, após a Euro 2024. Armstrong, jogador com anos de Premier League, também ficou fora, pelo mesmo motivo do Forrest.

✅ Todos do álbum foram convocados

DESTAQUES:

▪️Scott McTominay (MC, o principal jogador do Tartan Army atualmente. Era um jogador comum no United, foi para o Napoli e vem de duas temporadas de alto nível, sendo indicado à Bola de Ouro)

▪️John McGinn (MC, há OITO ANOS é titular absoluto do Aston Villa e chega para a Copa na melhor temporada de sua carreira. Mesmo não sendo um meia-atacante, é um jogador com uma participação ofensiva significativa, principalmente nesta reta final de temporada)

▪️Andy Robertson (LE, não está mais em sua melhor fase, mas ainda é um jogador que faz muita diferença e uma liderança insubstituível na Escócia)

▪️Chankland (CA, por mais que a Escócia tenha outros três centroavantes razoavelmente bons – Che, Stewart e Hirst, Chankland, aos 30 anos, é o que vive a melhor fase entre eles e já não é de hoje. São 88 gols em quatro temporadas no Hearts)

PROVÁVEL TIME TITULAR NA COPA (4-1-4-1): Gunn (Gordon); Hickey, Hanley, McKenna e Robertson (C); Ferguson, McTominay, Christie, Doak e McGinn; Che Adams (Dykes). TEC: Steve Clarke

A Escócia está no Grupo C da Copa do Mundo de 2026 ao lado de Brasil, Marrocos e Haiti. O grupo promete equilíbrio e jogos intensos, principalmente pela força física e organização tática dos escoceses.

O principal desafio da Escócia será enfrentar o Brasil, favorito da chave e uma das seleções mais tradicionais da história das Copas. Contra Marrocos, os escoceses terão um duelo difícil diante de uma equipe que surpreendeu o mundo em 2022 ao chegar às semifinais. Já o Haiti aparece como uma seleção competitiva e pode dificultar a disputa por uma vaga na próxima fase.

A expectativa é de que a Escócia aposte em um futebol defensivo, físico e intenso para tentar surpreender os adversários e lutar pela classificação às fases eliminatórias do Mundial.

A Escócia chega para a Copa do Mundo de 2026 como uma seleção organizada, física e muito competitiva. Depois de 28 anos fora do Mundial, os escoceses voltam motivados para tentar fazer história e, pela primeira vez, avançar da fase de grupos.

O time comandado por Steve Clarke aposta em uma defesa sólida e em um meio-campo forte, liderado por jogadores como Scott McTominay, John McGinn e Andy Robertson. A seleção costuma jogar de forma pragmática, valorizando a marcação e os contra-ataques.

Mesmo não sendo favorita ao título, a Escócia pode surpreender adversários mais fortes pela intensidade e pela entrega dentro de campo. Contra o Brasil, a tendência é de um jogo muito disputado fisicamente e com forte marcação.

Fonte: ND Mais


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