O que está em jogo, numa partida de futebol? Muitas vezes, não só os resultados — mas, também, as chances de reescrever histórias.
Em 1990, o território alemão encontrava-se dividido, em virtude da Guerra Fria (1949 – 1990). Mas, somente, a República Federal da Alemanha (DFB, Alemanha Ocidental), classificou-se para a Copa do Mundo, que foi disputada na Itália.
A República Federal da Alemanha (DFB) estava sob o comando de Franz Beckenbauer e tinha Lothar Matthäus como capitão. Na fase de grupos, venceu a Iugoslávia, por 4 X 1; derrotou os EAU, por 5 X 1; e, empatou com a Colômbia, em 1 X 1. Nas oitavas de final, venceu a Holanda, por 2 X 1. Nas quartas de final, ganhou da Tchecoslováquia, por 1 X 0. Na semifinal, venceu a Inglaterra, por 1 X 1, no tempo regulamentar; e, 4 X 3, nos pênaltis.
Na final, a República Federal da Alemanha (DFB) enfrentou a Argentina. Aos 82’, Roberto Néstor Sensini derrubou Rudi Völler, dentro da área: pênalti para a DFB. Aos 84’, Andreas Brehme, fez a cobrança e converteu: 1 X 0.
Em 08 de julho de 1990, ao erguer a taça, no Estádio Olímpico de Roma (Roma, Itália), Lothar Matthäus relembrou o seu povo que, no futebol, um segundo transforma o jogo, dentro e fora das quatro linhas: a República Federal da Alemanha (DFB) tornou-se campeã do mundo, pela terceira vez.
EDUARDA CARONE
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