Sob comando de Fernando Diniz, o Timão superou o São Paulo de Roger Machado em uma partida que teve desde a eficiência até confusões generalizadas que paralisaram o jogo.
O Corinthians iniciou a partida com a agressividade característica de quem precisava desesperadamente dos três pontos para respirar fora da zona de rebaixamento. A pressão inicial deu resultado logo cedo e aos 17 minutos, após escanteio cobrado por Rodrigo Garro, Raniele subiu mais alto que a defesa tricolor para abrir o placar.
O São Paulo equilibrou as ações e chegou ao empate aos 41 minutos com Luciano aproveitando um erro na saída de bola alvinegra. A comemoração do camisa 10 gerou uma confusão generalizada, com arremesso de objetos e uma longa revisão do VAR, que paralisou o clássico por 13 minutos.
No segundo tempo, o Corinthians voltou avassalador. Matheuzinho ampliou aos 7 minutos com um belo gol, e Breno Bidon fez o terceiro aos 12, consolidando o domínio. No apagar das luzes, aos 44 minutos, o próprio Matheuzinho marcou contra, dando números finais ao placar: 3 a 2.
Para o Corinthians, a vitória é um balão de oxigênio. O time chega aos 18 pontos, deixa o Z4 e quebra a sequência negativa de não ter vencido rivais paulistas em 2026.
Para o São Paulo, o revés é amargo, o Tricolor estaciona nos 24 pontos e corre o risco de sair do G4 ao final da rodada. O técnico Roger Machado sai pressionado, especialmente pela instabilidade defensiva mostrada no início da etapa final
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