
Foto: Reprodução
No dia 18 de abril, a Real Sociedad ficou com o título da Copa do Rei ao superar o Atlético de Madrid por 4 a 3 nos pênaltis, depois de um empate em 2 a 2 no tempo normal e na prorrogação. A decisão teve gol relâmpago, reclamações contra a arbitragem e emoção até o fim.
A equipe Basca saiu na frente antes mesmo do primeiro minuto, com Ander Barrenetxea balançando as redes logo aos 40 segundos. O Atlético respondeu aos 19 minutos, quando Ademola Lookman deixou tudo igual. Já nos acréscimos da etapa inicial, Mikel Oyarzabal converteu cobrança de pênalti cercada de polêmica e colocou novamente a Real em vantagem.
Na volta do intervalo, o time madrilenho aumentou a pressão e chegou ao empate aos 83 minutos. Julián Álvarez apareceu na área para marcar e levar a disputa ao tempo extra. Na prorrogação, o desgaste pesou, as chances diminuíram e ninguém conseguiu balançar as redes.
O desfecho lembrou a histórica final de 1987, disputada há quase 40 anos. Naquela ocasião, também houve empate por 2 a 2 após a prorrogação, e a Real Sociedad conquistou a taça nas penalidades, vencendo por 4 a 2.
Nas cobranças desta edição, a Real voltou a mostrar frieza para confirmar a conquista. Um dos destaques foi o goleiro Unai Marrero, que assumiu a responsabilidade de substituir Álex Remiro, nome marcante da história recente do clube, e teve atuação decisiva no momento mais tenso da tarde. O troféu premiou a eficiência e a resistência de uma equipe que suportou a pressão em uma final intensa e inesquecível.
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