
O Zenit adotou uma postura firme no mercado e descartou qualquer possibilidade de negociar o zagueiro Nino com clubes brasileiros neste momento. O Fluminense, que já havia recebido sinalização positiva para tratar do retorno do defensor em dezembro, agora vê o cenário completamente diferente.
Além do Tricolor, Palmeiras e Cruzeiro também buscaram informações recentemente sobre a situação do jogador, mas receberam resposta negativa da diretoria russa. A orientação interna é clara: Nino é inegociável.
A mudança de posicionamento está diretamente relacionada ao desempenho do zagueiro desde que chegou à Rússia. Nino se adaptou rapidamente, assumiu a titularidade e ganhou status de peça-chave no sistema defensivo do Zenit. A comissão técnica e a diretoria entendem que sua saída representaria uma perda significativa para a equipe.
No fim de 2024, o contexto era outro. O Fluminense chegou a avançar em conversas iniciais após receber sinal verde do clube europeu, o que alimentou expectativas de um possível retorno. No entanto, com a valorização do atleta e a importância adquirida dentro do elenco, o Zenit recuou e passou a bloquear qualquer tentativa de negociação.
Até o momento, o clube russo não demonstra interesse em abrir diálogo, nem mesmo para discutir valores ou formatos de negócio. Assim, a repatriação de Nino por equipes brasileiras está, por ora, fora de cogitação.
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