Dando continuidade a série “Entrevistando a Equipe Rádio Gil Arruda Sports”, hoje o entrevistado é Davi Ferreira. Aos 24 anos, transforma sua obsessão por esportes em análise técnica e reportagem. Graduado em Administração e morador de Taubaté, ele é um dos nomes que integram a equipe.

foto: Arquivo pessoal
Quem é Davi Ferreira?
Nathália Bulsing: Para começarmos oficialmente: qual sua idade e em que cidade você mora hoje?
Davi Ferreira: Olá Nath! Tenho 24 anos e moro em Taubaté.
Nathália Bulsing: Se você não estivesse nessa cidade hoje, onde gostaria de morar?
Davi Ferreira: Em Florianópolis, já que gosto muito da cidade.
Nathália Bulsing:Como você era na escola? Aquele aluno do “fundão” ou o que sentava na frente?
Davi Ferreira: Um mix dos dois. Habitualmente, sentava no fundão, mas para anotar o conteúdo — principalmente nas matérias mais difíceis — ia para a frente.
Nathália Bulsing: Qual é a sua formação acadêmica atual ou pretendida?
Davi Ferreira: Sou graduado em Administração de Empresas e pretendo iniciar uma pós em Jornalismo Esportivo.
Nathália Bulsing: Além do trabalho e estudos, o que você faz para relaxar no tempo livre?
Davi Ferreira: Amo praticar esportes, principalmente vôlei, que, para mim, é imprescindível praticar ao menos uma vez na semana.
Nathália Bulsing: Tem algum hobby que ninguém imagina que você tenha?
Davi Ferreira: Esportes 24h por dia. Raramente assisto um filme ou série; quando estou em casa, estou vendo jogo.
Nathália Bulsing: Qual estilo musical não pode faltar na sua playlist pessoal?
Davi Ferreira: Gosto muito de eletrônica, trap e pop internacional.
A Paixão Pelo Esporte
Nathália Bulsing: Vamos voltar no tempo: qual sua primeira memória nítida de futebol?
Davi Ferreira: No ano de 2008, com o Valdívia fazendo o “chororô” para a torcida do Corinthians.
Nathália Bulsing: Teve alguém na família que te influenciou a gostar de esportes?
Davi Ferreira: Por incrível que pareça, não. Meu pai costumava assistir aos jogos do Palmeiras, mas nada demais, e minha mãe gostava de acompanhar um pouco das Olimpíadas.
Nathália Bulsing: Qual foi o primeiro jogo que você assistiu dentro de um estádio? Qual foi a sensação?
Davi Ferreira: Foi um jogo grande, Palmeiras e Ceará, em 2019, se não me engano. Vitória de 1 a 0 com o Weverton defendendo um pênalti. A sensação foi maravilhosa ao ver meu time jogar e ganhar no Allianz Parque.
Nathália Bulsing: Você joga bola? Se sim, em qual posição?
Davi Ferreira: Sou “perna de pau” extremamente assumido! A habilidade com as pernas é zero. Até tentei ser goleiro, mas quando recuavam a bola para mim, era só tristeza (risos).
Nathália Bulsing: O que te fascina mais: a tática do jogo ou a festa da torcida?
Davi Ferreira: Sem dúvidas, a tática. Amo tentar entender a estratégia de cada treinador de acordo com as nuances que o jogo entrega. A torcida me arrepia, mas a tática me fascina.
Carreira na Rádio Gil Arruda

Foto: Arquivo pessoal
Nathália Bulsing: Quando foi que a “chavinha virou” e você decidiu que queria trabalhar com isso?
Davi Ferreira: Sempre admirei, mas nunca me vi fazendo isso profissionalmente. Até que, a partir do convite para comentar um jogo com o grande Mário Melo, comecei a pensar: “E se?”.
Nathália Bulsing: Como surgiu o convite para entrar para a Rádio Gil Arruda Sport?
Davi Ferreira: O Mário Melo foi meu professor no ensino fundamental e sempre mantivemos contato. Quando ele começou a fazer jogos com o Gil Arruda, despertou minha curiosidade. Assim, veio o convite para participar de uma transmissão no estúdio e tudo começou.
Nathália Bulsing: Você lembra como foi seu primeiro dia na rádio?
Davi Ferreira: 36º rodada do Brasileirão 2024, Palmeiras x Botafogo. Nervoso era pouco! A perna tremia o tempo todo, a voz embargava, mas aos poucos fui quebrando o gelo e evoluindo.
Nathália Bulsing: Como é a sua rotina de preparação antes de uma transmissão?
Davi Ferreira: Gosto de fazer uma análise completa: times, jogadores, formação, estilo de jogo, sequência recente, histórico de confrontos… Passo tudo para um caderno ou arquivo para entrar no ar com tudo pronto.
Nathália Bulsing: Qual foi a cobertura mais difícil que você já fez?
Davi Ferreira: In Loco no Joaquinzão, pela Copa Paulista. Eu estava dentro do campo num jogo noturno com a iluminação não muito boa, o que dificultou identificar os atletas e as substituições.
Nathália Bulsing: E a mais divertida ou emocionante?
Davi Ferreira: Taubaté x Primavera, semifinal da Série A2. Pela importância do jogo para o Taubaté, foi, sem dúvidas, a mais emocionante.
Visão de Jogo e Opinião
Nathália Bulsing: Quem são suas maiores referências no jornalismo esportivo nacional?
Davi Ferreira: São muitos, mas três estão num nível acima para mim: Mauro Beting, PVC e Jorge Iggor.
Nathália Bulsing: Se você pudesse entrevistar qualquer personalidade do esporte mundial hoje, quem seria?
Davi Ferreira: O maior atleta da história do futebol: Cristiano Ronaldo.
Nathália Bulsing: O que você acha do VAR?
Davi Ferreira: Veio para ficar e trazer um futebol mais justo!
Nathália Bulsing: Futebol raiz (pegado) ou Futebol moderno (tático)?
Davi Ferreira: Um mix dos dois, mas como o público paga pelo espetáculo, o futebol tático e posicional tem uma parte maior no meu coração.
Nathália Bulsing: Qual o melhor técnico atuando no Brasil hoje?
Davi Ferreira: Hoje, Filipe Luís. Muito jovem, com conhecimento absurdo e elenco qualificado. Menção honrosa também ao Rafael Guanaes pelo trabalho com o Mirassol.
Nathália Bulsing: Imagine que você vai dar um churrasco hoje. Você pode convidar 5 jogadores (vivos ou mortos). Quem são os convocados?
- Marcão Goleiro (resenha pura)
- Cristiano Ronaldo
- Ronaldinho Gaúcho
- Didier Drogba
- Amaral
Nathália Bulsing: E a trilha sonora?
Davi Ferreira: Pelos participantes, acho que pagode!
Bate-Bola Rápido:
- Um gol inesquecível: Deyverson na final da Libertadores.
- Uma camisa de time bonita (que não a do seu): Costa do Marfim.
- Um sonho profissional: Cobrir uma Copa do Mundo.
- Estádio dos sonhos: Maracanã (Brasil) e San Siro (Itália).
- Messi ou CR7? Cristiano Ronaldo.

Foto: Arquivo Pessoal
Recado final do Davi:
“Agradeço a todos que acompanharam minha participação na Gil Arruda. O recado que tenho é: nunca desistam dos seus sonhos, confiem em Deus e procurem ser melhores dia após dia. A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.”
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