Abrimos os trabalhos da série “Conhecendo a Equipe Gil Arruda Sports” com um papo maneiro com Caio Alves, o cara que botou a voz pra jogo primeiro na rádio! Prepare-se para conhecer o Caio por trás do microfone: o apaixonado por futebol, o empresário desenrolado e que não dispensa uma boa resenha!

Nathália Bulsing: E aí, Caio, pra começar a resenha, manda um papo reto sobre você: idade, o que faz além de narrar, e se quiser, fale da família e da cidade onde mora! Ah, e as paixões fora do campo: música, comida e hobbies!
Caio Alves: Fala, Nath! Aqui é o Caio Alves, 43 anos, paulistano do interior, lá de Pindamonhangaba. Sou empresário e, claro, narrador esportivo! Sou Palmeirense roxo, doente pelo Verdão! Tenho uma princesinha, a Cecília, que vai fazer 4 anos e é o amor da minha vida, junto com a minha mãe, que são as pessoas mais importantes pra mim! De música, sou bem eclético, mas se for pra relaxar, é MPB na veia. E comida? Ah, como bom neto de italiano, um espaguete, uma macarronada ou uma lasanha me ganham fácil! Meus hobbies são cantar (sou frequentador assíduo de karaokê de quarta-feira, viu?!) e, claro, bater uma bolinha!
Nathália Bulsing: Caio, como é que essa paixão por esporte, especialmente o futebol, te fisgou e te jogou pra dentro da narração? E rola aquela lembrança do “estalo” que te fez pensar: “É isso! Quero ser narrador!”? O que te inspirou?
Caio Alves: Pô, Nath, essa paixão vem desde pivete, desde muito moleque! Comecei a jogar bola com 6 anos e o futebol, como pra quase todo brasileiro, é paixão nacional. Eu sempre tive um olhar diferente pro jogo, curtia assistir, entender o lance… E a vontade de narrar foi brotando. A história é uma maluquice total, não teve um “estalo” direto. Um dia, trocando ideia com o Michel, que trampava com transmissão, soltei um “Ô, Michel, me dá uma chance um dia pra narrar, eu desenrolo!”. E eu nunca tinha narrado na vida, acredita?! Meses depois, ele me chamou pra comentar uns jogos de futsal. Ali comecei a ganhar uma moral como comentarista. Aí, do nada, o presidente da Ferroviária me liga convidando pra ser narrador nos Jogos Regionais. Entrei como o terceiro narrador, mas meu jeito meio “maluco” de narrar, botando emoção no lance, caiu no gosto da galera. Foi assim que tudo começou, há um ano e meio, e de lá pra cá, as portas foram se abrindo que é uma beleza!
Nathália Bulsing: Qual foi o primeiro jogo que você narrou e que te deixou com aquele gostinho de “quero mais”?
Caio Alves: O primeiro jogo que narrei foi Potim e Aparecida, nos Jogos Regionais. Nunca tinha pegado um microfone pra narrar na vida! Foi uma loucura, mas marcou demais, né? Foi o pontapé inicial!
Nathália Bulsing: E como é que pintou o convite pra ser o primeiro narrador da Rádio Gil Arruda Sports? Qual foi a brisa de ser o pioneiro nessa empreitada?
Caio Alves: Então, eu já conhecia o Gil Arruda de Pinda, e a gente se aproximou lá na Ferroviária. Quando ele bolou esse projeto da Gil Arruda Sports (acho que era MGM Esportes na época), ele me chamou pra fazer parte. Pra mim, foi demais ser o primeiro, o cara que abriu a porteira! A Gil Arruda é parte fundamental da minha jornada. Tenho um gratidão gigante pelo Gil e pelo André por essa chance. Acredito demais nesse projeto, sei que vai bombar, e quero estar junto nessa explosão de sucesso!
Nathália Bulsing: Quais são os perrengues e as glórias de ser um narrador esportivo?
Caio Alves: O perrengue maior é que tá todo mundo te ouvindo, te olhando. Você vira o centro das atenções, então tem que tomar cuidado com o que fala, as piadinhas, porque o mundo hoje tá mais “embaçado”, como dizem na minha quebrada. Os horários também são punk, né? Jogo no sábado, domingo, de manhã, à noite… Complicado pra viajar ou ter um tempo livre. Mas a glória, meu amigo, é trampo com o que se ama! Eu amo narrar, amo futebol, e pra mim, as narrações não são um trabalho, são pura diversão. Posso estar na pior, com a cabeça cheia de problemas, mas sento ali, pego o microfone, coloco o fone e esqueço tudo. É um momento só meu, que me enche de felicidade!
Nathália Bulsing: Olhando pra trás, qual foi a narração pela Rádio Gil Arruda Sports que te deu mais orgulho? Por quê?
Caio Alves: A narração que me enche de orgulho, de todas que já fiz, foi a final da Champions entre PSG e Inter de Milão, agora. Pra mim, foi a melhor narração da minha vida! Consegui corrigir uns vacilos que vinha cometendo, e nesse jogo, errei o mínimo do mínimo. Uma final que marcou, título inédito do PSG… Essa me deu um orgulho absurdo!

Nathália Bulsing: Como você faz a mágica de conciliar a correria de narrador com sua outra profissão? Quais são os maiores malabarismos dessa “vida dupla”?
Caio Alves: Dá pra conciliar de boa os horários, tenho bastante flexibilidade. O problema é o foco. Pra narrar, tem que estar 100% ligado. Muitas vezes, chego faltando 20 minutos pro jogo, com a cabeça em contrato, em pepino do escritório… Aí o foco não tá no jogo. Mas vou na raça, sabe? Às vezes, por não estar 100% focado, rolam uns errinhos, mas creio em Deus que um dia vou viver só de narração e aí sim, vou dar 100% de dedicação!
Nathália Bulsing: Tem alguma coisa que você aprendeu como empresário que te ajuda na narração (e vice-versa)?
Caio Alves: Com certeza! Meu trabalho é lidar com gente, conversando, fechando negócio, vendendo empréstimo. Sempre tive facilidade pra me comunicar. Isso foi crucial pras narrações. Eu já sou um cara que fala pra caramba, então foi show de bola ser vendedor a vida toda, porque me deu essa desenvoltura pra interagir, pra narrar.
Nathália Bulsing: E como é que você faz pra organizar o tempo e a energia pra dar o gás nas duas áreas?
Caio Alves: Organizar o quê, minha amiga? Eu não organizo nada, Nath! Minha vida é uma loucura, sou todo enrolado. Preciso me organizar, mas hoje, sinceramente, eu vou na doideira mesmo!
Nathália Bulsing: Para quem sonha em virar narrador, quais são os segredos dos bastidores que a galera nem imagina, mas que fazem parte da sua rotina?
Caio Alves: Um segredo é que tem que estar 100% focado, algo que, devido à minha vida dupla, nem sempre consigo. A preparação, mesmo que rápida, exige atenção total. É preciso estar sempre pronto pra improvisar e reagir ao que acontece no jogo, porque o futebol é uma caixinha de surpresas!
Nathália Bulsing: Qual a importância da galera “por trás das câmeras” pro seu trabalho e pro sucesso da Rádio Gil Arruda Sports?
Caio Alves: A galera dos bastidores é tudo! Trabalho com o Gil, o André Fácil, e os meninos lá mandam muito bem. A rádio do Gil é top, um áudio maravilhoso, uma imagem de primeira. São eles que deixam tudo nos trinques pra eu chegar e soltar a voz. O trampo técnico deles é fundamental pra minhas narrações ficarem iradas. É 50 a 50, a galera do áudio e imagem e eu narrando. Nosso entrosamento é sensacional, e por isso a Gil Arruda Sports tá voando. Tenho certeza que vamos chegar no sucesso juntos!
Nathália Bulsing: Você tem alguma mandinga ou preparação especial antes de entrar no ar pra um jogão?
Caio Alves: Não tenho um ritual específico. Geralmente, chego perto da hora do jogo, pego as escalações e tento me concentrar ao máximo na partida. É tudo no improviso, na pegada!
Nathália Bulsing: O que você espera pro futuro da Rádio Gil Arruda Sports e pra sua própria carreira?
Caio Alves: Espero que a gente alcance o topo, tanto a Gil Arruda Sports quanto o Caio Alves! Tenho certeza que temos tudo pra conquistar o sucesso, porque o Gil é um profissional fora da curva, e a equipe da Gil Arruda é espetacular. Eu, sendo lapidado por feras como o Gil, sei que o sucesso é questão de tempo, tanto pra rádio quanto pra mim!
Nathália Bulsing: Qual recado você deixaria pra galera que acompanha o trabalho da equipe Gil Arruda Sports?
Caio Alves: O recado é pra continuar colado na Gil Arruda Sports, porque o Gil é um cara sensacional, humilde, diferenciado. A Gil Arruda faz um trabalho espetacular como web rádio. Então, continuem acompanhando, assistindo à programação, se inscrevam no canal e compartilhem com os amigos esse canal tão fera! Fica aqui meu abraço e meu agradecimento a todos que acompanham e seguem a Gil Arruda Sports!
Nathália Bulsing: E para finalizar, Caio, quais os 5 jogadores (não precisam estar vivos) que você chamaria para um churrasco na sua casa?
Caio Alves: Ah, essa é moleza! Chamaria o Marcão (goleiro do Palmeiras), o Aloísio Chulapa (ídolo do São Paulo!), o Amaralzinho, o Paulo Nunes e o Galeano (meu ídolo do Palmeiras, que fez o gol que levou a decisão para os pênaltis na Libertadores contra o Corinthians, deixando os gambás lambendo a chuteira de raiva!). Seriam esses cinco craques pro churras lá em casa!
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