GM/Cadillac na Fórmula 1: O rumor que ruge forte na Hungria

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Cadillac 2026 na F1- Foto: Divulgação

Enquanto os motores roncam em Budapeste, um novo nome começa a ecoar pelos corredores da Fórmula 1: Cadillac. A gigante americana, símbolo de luxo e inovação, está prestes a dar um passo ousado rumo às pistas mais disputadas do automobilismo.

Do conforto ao cockpit
Tradicionalmente associada a veículos premium, a Cadillac agora quer acelerar em outra direção: competir na elite da velocidade. Junto da Andretti Global, o projeto para entrar na F1 em 2026 já está ganhando forma. Na Hungria, os rumores estão mais quentes que o asfalto: pilotos, engenheiros e até jornalistas têm especulado sobre o impacto que a equipe americana pode ter no grid.

Felipe Drugovich na mira
O nome do brasileiro tem circulado com força nas últimas semanas, principalmente após ser visto com um capacete estilizado com referências à Cadillac. Embora não exista confirmação oficial, no paddock húngaro esse tipo de sinal costuma significar algo maior. Para muitos, Drugovich pode ser a escolha perfeita para representar a equipe em seu ano de estreia — jovem, veloz e tecnicamente preparado.

Expectativa global, repercussão local
Na Hungria, onde fãs são apaixonados por Fórmula 1 e os bastidores ganham vida própria, a presença da Cadillac tem gerado curiosidade e entusiasmo. Afinal, não é todo dia que uma marca americana decide enfrentar gigantes europeus como Ferrari, Mercedes e Red Bull. Se o projeto sair como planejado, poderemos testemunhar uma das estreias mais interessantes dos últimos anos.

E agora?
Com a temporada de 2026 se aproximando, a Cadillac terá que acelerar seus processos: definir dupla de pilotos, fechar acordos técnicos e construir um carro competitivo. Mas se depender da atmosfera na Hungria, o terreno já está fértil para grandes revelações.


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