Pênalti agora tem replay? IFAB muda regra após confusão na Champions! Se você piscou, perdeu. É… “Só podia ser coisa da Champions!”.

em

O futebol amanheceu com uma daquelas mudanças que só podia ser coisa da Champions!Tudo por causa de um lance pra lá de inusitado.Era Atlético de Madrid contra Real Madrid, tensão no ar, decisão pegando fogo, quando Julián Álvarez, batedor da vez, preparou-se, correu… e tradicional: “Escorregou.

Na queda, acabou tocando duas vezes na bola. Gol? Sim. Valeu? Não.

Pronto. Era o suficiente para o caos que estava instaurado. Até então, a regra era clara como água de fonte: bateu e deu dois toques, seja por escorregão, trapalhada ou azar, o gol era anulado. Simples assim. Sem papo, sem revisão, sem chororô.

Mas, como o futebol adora uma boa reviravolta, o lance foi parar na mesa da IFAB, aquele seleto grupo de senhores de terno, gravata e apito imaginário, que decide os rumos da bola.

E eis que surge a mudança: a partir de agora, se o jogador cometer esse deslize durante a cobrança de pênalti — escorregar, tropeçar, ou qualquer outro acidente que resulte em dois toques — o gol não vale, mas a cobrança será repetida.Se converter de forma correta na segunda tentativa, vale. Se perder… aí não tem choro. A vida segue, o jogo também.

O curioso é que, segundo a própria IFAB, essa mudança vem para ajustar o que, até então, era visto mais como acidente do que como infração intencional. Afinal, ninguém escorrega de propósito — pelo menos não em jogo de Champions, com milhões assistindo.Mas que ninguém se iluda.

Essa regra vale única e exclusivamente para as cobranças de pênalti — sejam elas durante o jogo ou nas temidas disputas que fazem qualquer goleiro ganhar uns bons fios de cabelo branco. Fora desse contexto, segue o manual antigo, sem replay, sem misericórdia.A decisão, claro, não passou ilesa pelos bastidores do futebol. Enquanto alguns defendem que a mudança torna o jogo mais justo e menos cruel, outros já puxaram a corneta pra gritar que o futebol está ficando “Nutella demais”.

E, no meio desse debate, surge aquele velho bordão ecoando no bar, na arquibancada e no grupo de WhatsApp: “No meu tempo, escorregou… é azar e vida que segue”. O fato é que, goste ou não, o jogo está em constante transformação. Regras mudam, conceitos evoluem e, junto disso, a dinâmica da própria emoção em campo.

O pênalti, que já era um dos momentos mais tensos de qualquer partida, agora ganha um ingrediente a mais no tempero da dúvida, da ansiedade e, claro, da polêmica.E quer saber? Se até o futebol aprendeu que, às vezes, errar dá direito a tentar de novo… quem somos nós pra achar que a vida não funciona do mesmo jeito?

A bola segue rolando. E que venham as próximas cenas dessa novela chamada futebol. Só que acredite… Nada mais vai nos surpreender nesse tal de futebol dos anos 2000.


Descubra mais sobre Rádio Gil Arruda Sports

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Deixe um comentário