
Foto: Ricardo Duarte/Divulgação, Internacional
Em uma noite de futebol sofrível no Beira-Rio, o Internacional escapou de um tropeço ao vencer o Maracanã por 1 a 0, com gol salvador nos acréscimos. A partida ficou marcada pela atuação bem abaixo do esperado do time colorado, a inspirada performance do goleiro cearense Rayr, que defendeu um pênalti de Alan Patrick, e uma arbitragem controversa, com dois gols anulados pelo VAR e acréscimos generosos.
A dependência do Internacional em relação a Alan Patrick ficou evidente. Em uma noite discreta do maestro, a criação de jogadas do time ficou comprometida, e o ataque esbarrou na forte marcação do Maracanã e, principalmente, nas defesas espetaculares do goleiro Rayr. O arqueiro foi o grande nome do time cearense, frustrando as tentativas do Inter com defesas seguras e reflexos apurados, culminando na defesa da cobrança de pênalti do camisa 10 colorado.
A arbitragem de Bruno Pereira Vasconcelos também foi protagonista, com dois lances polêmicos de anulação de gol do Internacional. No primeiro tempo, um gol de Wesley foi invalidado por um suposto impedimento milimétrico. Na segunda etapa, a estreia do jovem Raykkonen, de 16 anos, que marcou de cabeça e correu emocionado para abraçar o técnico Roger Machado, terminou em frustração com a anulação do lance por um toque de mão questionável, com a falta de ângulos conclusivos das câmeras gerando ainda mais debate.
O árbitro também chamou a atenção pelos extensos acréscimos em ambas as etapas, aumentando a tensão no Beira-Rio. No fim, o gol salvador garantiu a vitória magra para o Internacional, mas a atuação deixou um sinal de alerta, expondo a fragilidade da equipe sem a sua principal referência em grande forma e a necessidade de alternativas ofensivas. A noite também evidenciou o talento do goleiro Rayr e a amarga estreia de Raykkonen, que teve um gol histórico anulado pela arbitragem.
Descubra mais sobre Rádio Gil Arruda Sports
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
